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As movimentações políticas para a disputa à presidência da República em 2022 seguem a todo vapor. E um dos nomes que se cogita para o cargo é o do apresentador Luciano Huck. De acordo com a coluna Radar Online, da revista Veja, Huck já tem seu “roteiro” pronto e pretende deixar a TV Globo até o meio do ano eleitoral.

De acordo com o veículo, “importantes interlocutores” informaram que a intenção de Huck, após se desligar da emissora, é filiar-se ao DEM para disputar a presidência. Além disso, Huck gostaria de ter o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), como seu vice.

A iniciativa ainda dependerá do governador de São Paulo, João Doria, que também planeja disputar a presidência em 2022.

A intenção dos partidos, de acordo com o colunista, é aprovar o projeto que tiver maior potencial de conquistar a presidência.

Fonte: Pleno News

Nesta sexta-feira (22), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que, se o lote de 2 milhões de vacinas de Oxford/AstraZeneca chegar ao Brasil ainda hoje, como previsto pelo Ministério da Saúde, a distribuição começará neste sábado (23).

– Essa vacina, amanhã mesmo… Se chegar hoje à noite, [ela] começa a chegar aos seus destinos – disse Bolsonaro à CNN, em frente ao Palácio da Alvorada.

A carga, exportada da Índia, será entregue no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, por um avião comercial da companhia Emirates. O lote ainda será transportado para o Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, em um avião da Azul. Depois, segue para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), onde será analisado e rotulado.

Após o processo que a Fiocruz estima que demorará, pelo menos, um dia, o lote será entregue ao Ministério da Saúde, responsável pela distribuição para todo o Brasil.

Bolsonaro disse que sua objeção não era quanto ao imunizante, mas à sua distribuição sem o aval da Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária).

– A logística é feita pelo general Pazuello, ministro da Saúde, juntamente com o ministro Fernando [Azevedo e Silva], que é o ministro da Defesa. E nós entregamos [a vacina] tão logo a Anvisa aprovou. Essa era a minha oposição. O pessoal disse que eu era contra a vacina… Não era contra. Era contra a vacina sem passar pela Anvisa. Passou pela Anvisa, eu não tenho mais o que discutir, eu tenho que distribuir a vacina. E nós distribuímos no prazo programado; um dia antes – disse em referência às primeiras 6 milhões de doses da Coronavac.

O presidente voltou a defender a não obrigatoriedade da vacina e a alfinetar o governador de São Paulo, João Doria.

– Eu não posso obrigar ninguém a tomar vacina, como um governador um tempo atrás falou que ia obrigar. Eu não sou inconsequente a esse ponto. Ela tem que ser voluntária; afinal de contas, não está nada comprovado cientificamente com essa vacina ainda. E peço que o pessoal leia… não é bula, mas eu chamo de bula… os contratos com as empresas, para tomar pé de onde chegaram as pesquisas e por que não se concluiu [o estudo] ainda, dizendo que uma vacina é perfeitamente eficaz. Pelo que tudo indica, segundo a Anvisa, ela vai ajudar aí que casos graves não ocorram no Brasil em quem for vacinado – recomendou.

Bolsonaro também afirmou que ele e seus ministros mantém contato com os embaixadores da Índia e da China, mas que são conversas reservadas e ressaltou a importância da interação entre os três poderes:

– Nós trabalhamos em parcerias. Não existe Executivo e Legislativo isolados, não existe. Trabalhamos em parceria para o bem do nosso Brasil – encerrou.

Fonte: Pleno News

Simone dos Santos, filha biológica da deputada federal Flordelis, disse ter dado R$ 5 mil à sua irmã, Marzy Teixeira, para matar Anderson do Carmo. Em audiência nessa sexta-feira (22), Simone justifica que fez o pedido por não suportar mais os constantes assédios sexuais por parte de Anderson. Simone está presa desde agosto de 2020, acusada de envolvimento no crime.

A filha biológica de Flordelis conta que os assédios tiveram início em 2012, logo após ela ser diagnosticada com câncer. Segundo ela, Anderson se utilizava do fato de que ele pagava seu tratamento para suborná-la. Testemunhas afirmam que ela e Anderson foram namorados antes do relacionamento dele com Flordelis, mas Simone nega.

– Ele sempre demonstrou [interesse], mas começou a dar a entender [isso] em 2012, quando ele começou a pagar meu tratamento. Ele falava para eu olhar para ele com carinho. Disse que, se eu não andasse na cartilha dele, ele não pagaria meu tratamento.

Simone alega que o pastor ia ao seu quarto frequentemente e chegou a dizer que uma vez o pegou se masturbando diante de sua cama durante à noite. Após as investidas, ela teria, então, pedido ajuda a irmã, Marzy.

– Dei R$ 5 mil para Marzy. Disse que [eu] não aguentava mais. Pedi para ela me ajudar. Disse que estava passando por maus momentos. Não havia um plano. Só estava desesperada. Todos os dias ele subia ao meu quarto de manhã e à noite. Mas eu nem acreditava que ela teria coragem de fazer isso de fato. Entreguei a ela o dinheiro e depois não soube de mais nada.

Simone disse que não estava em casa na noite do crime, mas admitiu que foi a responsável por se livrar dos celulares da mãe e do irmão, Flávio dos Santos, acusado de ter atirado no pastor.

Simone disse à juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói, que não teve coragem de contar à mãe sobre as investidas sexuais de Anderson. De acordo com ela, Flordelis era “cega, apaixonada por ele”.

CONTRADIÇÕES
Contudo, os depoimentos de Simone, Marzy e Flordelis não coincidem. Pouco antes da audiência com Simone, a outra filha da deputada disse que ela mesma tinha pagado R$ 5 mil ao irmão, Lucas dos Santos, encomendando a ele o assassinato. Ela não mencionou, entretanto, qualquer participação de Simone no caso. Quando questionada pela juíza sobre como teria conseguido o dinheiro, Marzy afirmou que o roubou da mochila do próprio Anderson.

Marzy negou que a mãe soubesse do plano inicialmente, mas depois ela lhe teria dito. Sobre a reação de Flordelis, a filha afirma que a deputada teria ficado “doida” e que ela escapou de apanhar por pouco. Flordelis, no entanto, alega que soube do plano pelo filho, Lucas, que confirmou em depoimento que foi ele quem contou à mãe sobre a proposta.

Fonte: Pleno News

A deputada estadual Janaina Paschoal utilizou suas redes sociais, nesta sexta-feira (22), para criticar as novas “medidas de lockdown” que o estado de São Paulo pretende adotar. Em sua conta do Twitter, a parlamentar explicou que “com a diminuição da isenção fiscal e fechamento de estabelecimentos, o governo do estado estado vai quebrar São Paulo”.

A medida em questão criticada por Janaina é o toque de recolher decretado pelo governador João Doria. A medida entrará em vigor a partir de segunda-feira (25), valerá até o dia 7 de fevereiro e fará com que todo o estado entre na fase vermelha todos os dias da semana entre 20h e 6h. Já aos finais de semana, a fase vermelha estará valendo o dia inteiro.

Ao criticar a decisão de Doria, a deputada disse compreender a “boa intenção” do governo paulista, mas lembrou que o estado não irá aguentar.

– Com diminuição de isenção fiscal E fechamento de estabelecimentos, o Governo do Estado vai quebrar São Paulo! Eu compreendo a boa intenção. Defendi o primeiro fechamento, mas, naquela oportunidade, havia uma finalidade clara: organizar o sistema de saúde! – explicou.

Janaina também disse que recebeu informações sobre o fechamento de alas inteiras em hospitais do estado.

– Se essa organização não ocorreu, os restaurantes, as lanchonetes, as lojas não podem pagar! Aliás, não paro de receber emails e telefonemas noticiando encerramento de alas inteiras em hospitais! Como assim? Se é tudo pela saúde, como pode a saúde estar padecendo? Não tem lógica! – destacou.

Fonte: Pleno News

Empresários do setor de bares e restaurantes fizeram uma manifestação nesta sexta-feira (22), na frente do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de São Paulo, para protestar contra o aumento das restrições de circulação de pessoas no estado, conforme foi determinado pela gestão Doria. Com a medida, bares e restaurantes deverão ser fechados durante os fins de semana e feriados.

A mobilização desta sexta foi organizada por chefs da capital paulista ainda no fim da tarde desta quinta-feira (21), após a divulgação de que o governador Doria decretaria a volta de todas as regiões do estado para a fase vermelha do Plano São Paulo, a mais restritiva e que limita o funcionamento do setor gastronômico.

A chef e empresária Janaina Rueda, do bar Dona Onça e do restaurante Casa do Porco, uma das líderes da mobilização, disse ser a favor da medidas de restrição, mas apontou que a decisão não deveria ter sido tomada neste momento, já que boa parte dos estoques dos bares e restaurantes estão cheios para este final de semana.

– Para que isso aconteça, precisa ser organizado. Nossos estoques estão cheios. Se fechar hoje, no final de semana e [na] segunda, vai ter que jogar tudo fora – disse.

Segundo Janaina, aproximadamente 150 pessoas participam da mobilização. A chef ainda afirmou que os estabelecimentos não podem levar a culpa por conta do comportamento de parte da população que realiza festas, bailes e churrascos clandestinos.

– Já estamos com prejuízos gigantescos. O setor não pode mais suportar tanta falência. O problema é grave, e todos precisam ter cuidado. Mas seguimos todos os protocolos dentro dos restaurantes. As festas clandestinas, [os] bailes, churrascos fazem a transmissão [do vírus] ficar muito alta, e quem paga o preço disso são os restaurantes – declarou.

Segundo os empresários, a medida ideal seria a liberação do funcionamento regular de bares e restaurantes até às 22h e maior vigilância das autoridades para coibir festas e aglomerações clandestinas.

Luisa Ines Saliba, chef da Rota do Acarajé, afirmou que o setor sempre seguiu as medidas impostas pelo governo.

– Todo mundo está com alimentos estocados, fazendo promoções para alavancar as vendas, preparando escala de funcionários. Assumimos os custos pela alimentação, vale transporte, hora extra. Não podemos correr o risco de perder tudo – completou.

Fonte: Pleno News

A Justiça de São Paulo negou um pedido feito pela ex-BBB e médica Thelma Assis para excluir publicações do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) das redes sociais. A decisão, tomada pela juíza Paula Fernanda Navarro, tratava de postagens em que o parlamentar acusava a médica de hipocrisia, por ela ter gravado uma campanha pró-isolamento social e, depois, ter se reunido em uma praia com amigas do reality show da Globo.

Na sentença, a magistrada afirmou que não poderia promover a retirada do conteúdo, já que as declarações feitas pelo parlamentar eram verdadeiras. A juíza ainda declarou que “o fato de o réu [Eduardo Bolsonaro] externar essa opinião contrária ao pensamento da autora [Thelma] não é, por si só, passível de controle pelo Poder Judiciário”.

– Ambas as partes envolvidas no litígio são públicas e estão sujeitas a críticas positivas e negativas em suas atividades profissionais, podendo também exercer o direito de defender as suas opiniões, que foi exatamente a atitude da autora – destacou a juíza.

Além da negativa sobre a exclusão do conteúdo, a magistrada também negou a decretação de segredo de Justiça sobre o processo, alegando que o fato de as duas partes serem pessoas públicas não seria motivo suficiente para tal determinação.

1ª parte da decisão judicial em favor de Eduardo Bolsonaro Foto: Reprodução
2ª parte da decisão judicial em favor de Eduardo Bolsonaro Foto: Reprodução
Fonte: Pleno News

A Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA) anunciou nesta quarta-feira (20) a descoberta de uma inscrição grega de 1.500 anos, com as palavras “Cristo, filho de Maria”. Desenterrada na antiga vila de Taibe, norte de Israel, a peça representa uma das primeiras evidências de uma presença cristã do início da era bizantina.

Os pesquisadores identificaram a inscrição desbotada, que data do século 5 d.C. [Depois de Cristo], em uma parede na entrada de um fascinante edifício decorado com mosaicos geométricos. De acordo com a arqueólogoa Yardenna Alexandre, em entrevista ao The Jerusalem Post, a equipe se surpreendeu ao constatar que havia descoberto a primeira igreja bizantina no povoado de Taibe.

A doutora Leah Di Segni, do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, explica que os cristãos da época usavam a expressão “Cristo, filho de Maria” como uma saudação ou bênção e com ela cumprimentavam uns aos outros na entrada do templo. Por isso, acredita-se que o termo foi inscrito acima da porta da igreja, como forma de abençoar todos que adentrassem no santuário.

Taibe foi uma vila do período bizantino entre os séculos V a VII, tornando-se posteriormente uma fortaleza na época das Cruzadas. O local não foi mencionado no Novo Testamento, mas a descoberta concretiza a tese dos pesquisadores de que havia presença de cristãos na área durante aquele tempo.

Fonte: Pleno News

O presidente da VenezuelaNicolás Maduro, fez um apelo ao novo chefe do executivo norte-americano, Joe Biden, pela mudança de posicionamento da nação acerca do governo venezuelano. Durante o Prêmio Nacional de Cultura, nesta quarta-feira (20), Maduro manifestou o desejo de “melhorar o relacionamento com os Estados Unidos” e pediu o fim do que ele chama de “demonização da revolução bolivariana”.

– Me chamou a atenção que o presidente Joe Biden falou sobre a “demonização” que fizeram a eles [Democratas]. Eles pediram para superarmos a demonização que os supremacistas e a extrema direita fizeram das forças políticas lideradas por Biden, então pensei: “podemos fazer o mesmo”. Peço ao governo dos EUA para superar a demonização que fizeram da revolução bolivariana.

A declaração de Joe Biden à qual Maduro se refere foi feita durante o discurso de posse presidencial, também na quarta-feira (20). Na ocasião, Biden disse: “Que a era sombria de demonização nos EUA comece a acabar aqui e agora” e ele prometeu promover a união entre a população.

Apesar dos pedidos de Maduro, Joe Biden não está inclinado a reconhecer o governo do venezuelano. De acordo com Anthony Blinken, indicado pelo democrata para a Secretaria de Estado, Biden vai considerar Juan Guaidó, líder da oposição venezuelana, como o presidente do país. Segundo a agência Reuters, Blinken disse que Biden buscará sanções ainda mais eficazes para derrubar Maduro.

Fonte: Pleno News

Com a notícia de que não haverá Carnaval em 2021 no Rio de Janeiro, as escolas de samba que realizam o desfile anual na Marquês de Sapucaí iniciaram um processo de demissão em massa de seus funcionários. A informação, divulgada pelo colunista Leo Dias, apontou que grandes agremiações, como a Beija-Flor e a Grande Rio, dispensaram parte da equipe já na quinta-feira (21).

De acordo com a publicação, feita por Dias em sua coluna no site Metrópoles, a Acadêmicos do Salgueiro anunciou que vai emitir as cartas de demissão nesta sexta-feira (22). O colunista ainda declarou que cada escola tem na folha de pagamento entre 500 e 600 funcionários e colaboradores.

A notícia do cancelamento do Carnaval carioca de 2021 foi anunciada pelo próprio prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM), na quinta-feira, pelas redes sociais. Na publicação, o gestor afirmou que o evento não poderia acontecer por conta da grande mobilização de pessoas em torno de sua realização.

– Parece sem qualquer sentido imaginar a essa altura que teremos condições de realizar o Carnaval em julho. O evento exige uma grande preparação dos órgãos públicos e das escolas de samba – escreveu Paes.

Fonte: Pleno News

Durante a tradicional live realizada na noite de quinta-feira (21), o presidente Jair Bolsonaro negou que tenha colocado sigilo de até 100 anos em seu cartão de vacinação. A informação havia sido divulgada pela revista Época, no início do mês. Na transmissão, o presidente disse que a matéria fala em “decretar sigilo”, o que, segundo ele, é mentira, já que não há qualquer ato do tipo registrado no Diário Oficial da União (DOU).

– Se eu decretei, tem um decreto. Se tem um decreto, tá publicado onde? No Diário Oficial da União. Não tem, não existe Diário Oficial da União no qual, segundo a revista Época, eu decretei 100 anos de sigilo ao meu cartão de vacina – disse o presidente.

O presidente ainda afirmou que sua cartela de vacinação está “em dia” e que, por viajar o mundo inteiro, precisa apresentar o documento em países que exigem imunização contra alguma doença. De acordo com a coluna do jornalista Guilherme Amado, a reportagem da revista fez o pedido por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), ao que a Presidência respondeu que os dados “dizem respeito à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem” do presidente e impôs sigilo ao material.

Na quarta-feira (20), a juíza Adverci Abreu, da 20ª Vara Federal Cível do Distrito Federal, negou um pedido para derrubar o sigilo imposto ao cartão de vacinação do presidente Bolsonaro. Na avaliação dela, mesmo em posse do mais alto cargo do Executivo, o presidente tem direito a privacidade.

A decisão foi tomada em uma ação popular encampada pela deputada federal e presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, para obrigar o presidente a apresentar o documento. Na transmissão, Bolsonaro citou a decisão judicial a seu favor.

– Depois a Gleisi Hoffman entrou na Justiça pedindo a minha carteira. Como eu sou presidente, não vou dar a resposta que ela merece – completou.

Fonte: Pleno News

Nesta quinta-feira (21), o governo dos Estados Unidos anunciou que apoiará ações sobre educação, saúde e direitos sexuais reprodutivos. O país também vai voltar a financiar organismos internacionais e organizações que trabalham com esses temas.

De acordo com o jornal o Globo, a nova postura do governo de Joe Biden acaba com a política de Donald Trump, que combatia o aborto. O anúncio indica a saída dos EUA da aliança internacional contra o aborto.

Chamada Consenso de Genebra, a aliança foi anunciada em 2020 e reuniu 32 países, como Brasil, EUA, Polônia, Iraque, indonésia, Egito, Congo, Paquistão, Arábia Saudita, entre outros.

A nova decisão do governo americano foi informada durante uma reunião da Organização Mundial da Saúde (OMS). A participação dos EUA no encontro marcou sua volta à organização. Anthony Fauci, chefe da delegação americana na reunião, disse que o governo Biden vai acabar com restrições que estavam impedindo o envio de verba para organizações que tratam de planejamento familiar.

Fonte: Pleno News

Fonte: Grupo Santo Antonio

Ruan Péricles (22) chegou hoje a Barreiras, no entanto não conhece a cidade e pode ter se perdido ao deixar a residência

Familiares estão à procura de Ruan Péricles, de 22 anos. O jovem chegou hoje a Barreiras, onde a família mora, vindo de Salvador, e desapareceu por volta das 15h, ao sair de casa.

Ruan usava camisa vermelha, não conhece Barreiras e está sem celular. A residência dos familiares fica próximo ao Eurico Dutra, local onde o jovem pode estar perdido.

Qualquer informação que leve ao paradeiro do rapaz pode entrar em contato pelo telefone (71) 98781-1308, com a Polícia Militar (190) ou com o Corpo de Bombeiros (193).

Fonte: 17º GBM

Na noite de ontem, sexta-feira, 22, por volta das 20h50, a central d0 190 da 85 CIPM recebeu a informação de na residência de um indivíduo localizada no bairro Jardim das Oliveiras, haveria uma quantidade de droga enterrada no quintal.

Diante da informação, foi deslocada uma guarnição da ROCAM para verificar a veracidade da denúncia e ao chegar próximo ao local, os policiais perceberam que um indivíduo com características semelhantes às descritas na denúncia ao ver a aproximação da guarnição evadiu-se do local pulando um muro e tomando rumo ignorado, não sendo alcançado pela guarnição.

Na sequência, foram realizadas buscas em todo o imóvel que estava totalmente vazio, sem nenhuma mobília, e ao notar que o chão do terreno estava mexido, escavaram o local com o uso de uma enxada encontrando um balde de plástico totalmente enterrado, contendo dois tabletes e meio de uma substancia análoga a maconha em seu interior prontas para a venda, pesando aproximadamente 3,208 KG, que foi apreendido e apresentado no DISEP para adoção das medidas cabíveis.

Fonte: 85ª CIPM ATENTA E VIGIILANTE

Fonte: Grupo Santo Antonio

O ano de 2021 começou e, com ele, várias empresas estão em busca de novos estagiários.

A multinacional H.B.Fuller, de adesivos de alta performance, por exemplo, anunciou que está com inscrições abertas para um novo programa de estágio. A companhia afirma buscar, como um dos critérios, estudantes com espírito de equipe – que ela diz fundamental para o dia a dia. 

Além da instituição, outras diversas empresas atuantes no mercado nacional e internacional estão a procura de candidatos do mais diferentes cursos.

Entre eles, estão os de administração, engenharia, ciências contábeis, ciências econômicas e design. Também são buscados alunos dos cursos de direito, marketing e comunicação por algumas das companhias. 

A empresa de recursos humanos, Companhia de Estágios, faz o trabalho de seleção para todas essas vagas. Confira:

H.B.Fuller

A empresa, que é líder global em adesivos de alta performance, procura estagiários que tenham "paixão profissional e atitude positiva". Além disso, a empresa também preza por pessoas que saibam trabalhar em grupo e que tenham desejo pela inovação.  

As vagas são para as unidades de Curitiba (PR), Campinas (SP) e Guarulhos (SP) e destinadas às áreas de supply chain, comercial, manufatura, engenharia, P&D, qualidade, financeiro e recursos humanos. 

O processo seletivo será composto por três testes – comportamental, lógico e inglês. Ao final, os selecionados irão passar pelo painel de gestores. 

A companhia promete salário R$ 2 mil para São Paulo e R$ 1,5 mil para Curitiba. Entre os benefícios oferecidos estão assistência médica e seguro de vida. 

As inscrições vão até o dia 19/02 no site da empresa.

Tilibra 

A produtora de papelaria a Tilibra propõe aos candidatos um contrato de estágio de dois anos. Segundo a companhia, nesse período os futuros estagiários terão suas habilidades desenvolvidas por meio de treinamentos e melhorias de processos. Os estagiários aprenderão a aplicar a teoria em suas práticas diárias.

A seleção da Tilibra irá contar com uma avaliação de "fit cultural" e competências. A primeira fase será feita por meio de um "vídeo selfie" que os candidatos enviarão. Depois, haverá uma roda de conversas com os classificados. Por último, uma entrevista individual.

A Tilibra oferece vagas para os municípios de São Paulo e Bauru. A companhia procura alunos de diferentes cursos – administração, ciências contábeis, ciências econômica, design, direito e engenharia. Para completar, também haverá vagas para estudantes de relações públicas, publicidade e propaganda, e relações internacionais.

A companhia não divulgou o salário dos estagiários, mas afirma que ele é compatível ao que é oferecido no mercado. As inscrições vão até o dia 14 de fevereiro e podem ser feitos por meio do site oficial da Companhia de Estágios.

Goodyear

A fabricante de pneus Goodyear está em busca de profissionais de diversas áreas para participar do seu Programa de Estágio 2021. A nova equipe, diz a empresa, irá ser responsável pela criação de um projeto aplicável aos negócios. Tudo isso, claro, por meio da mentorias dos gestores da companhia.  

As vagas estão concentradas na cidade de São Paulo, além dos municípios de Americana e Santa Bárbara. A Goodyear não divulgou o valor do salário, mas diz ser compatível ao mercado. 

Entre os benefícios oferecidos estão assistência médica, odontologia, farmacêutica e desconto na compra de produtos Goodyear além, do seguro de vida. 

As inscrições devem ser feitas pelo site até o dia 6 de fevereiro.

SGS

A multinacional suíça SGS, líder global em inspeção, verificação, teste e certificação está em busca de universitários de diversos ramos. 

No programa de estágio, diz a SGS, os jovens terão a chance de interagir com diferentes setores da empresa, ampliando a experiência profissional na entidade que está presente em mais de 140 países. 

As vagas estão distribuídas em nove localidades: Barueri (SP), Piracicaba (SP), São Bernardo do Campo (SP), São Caetano do Sul (SP). Fora do estado de São Paulo, há também vagas em Serra (ES), Esteio (ES), Vitória (ES), Goiânia (GO) e Rio de Janeiro (RJ)

Como benefícios, a empresa ofecerá vale-refeição, vale-transporte e recesso remunerado. O salário compatível com mercado. 

As inscrições serão até o dia 5 de fevereiro por meio do site oficial

* sob supervisão de André Jankavski

Fonte: CNN Brasil

Enfermeiros, técnicos de enfermagem e auxiliares estão sendo coagidos a aplicar a dose da vacina Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan, em pessoas que não fazem parte do grupo prioritário contra a Covid-19. As denúncias foram feitas ao Conselho Regional de Enfermagem do Estado do Rio, nas últimas 24 horas após o início da vacinação no estado.

Os relatos foram realizados por representantes do conselho em 46 dos 92 municípios fluminenses, incluindo a capital. Nesta sexta-feira (22), a presidente do Coren, Lilian Behring, se reúne com o secretário estadual de saúde, Carlos Alberto Chaves, para apresentar formalmente as denúncias.

Em entrevista à produção da CNN, a presidente do Conselho relatou que autoridades públicas, incluindo políticos, e integrantes das equipes médicas de algumas unidades de saúde estão furando a fila da vacinação para serem imunizados. Eles estariam usando do cargo para coagir os profissionais da atenção básica, principalmente dos auxiliares e técnicos de enfermagem, que são os responsáveis pela aplicação das doses. Alguns auxiliares relatam ter recebido propostas para vender as próprias doses e aplicar em pessoas que não estão no grupo prioritário da vacinação.

Enfermeiros e técnicos que atuam na linha de frente do combate à Covid-19 dos hospitais municipais Miguel Couto, na zona Sul e Ronaldo Gazolla, na zona Norte, também relatam que estão sendo preteridos a receber a primeira dose da vacina no lugar de outros profissionais, contrariando a determinação do Plano Nacional de Imunização.

Secretário promete investigar

Nessa quinta-feira, a presidente do Coren se reuniu com o secretário municipal de saúde, Daniel Soranz para pedir que sejam tomadas providências. De acordo com Lilian Behring, o secretário garantiu que vai apurar todas as denúncias e punir quem praticou desvio de conduta. Se ficar constatado que o profissional ou autoridade pública furou a fila, ele não receberá a segunda dose do imunizante. O que poderia comprometer a eficácia da vacina.

O conselho também orienta os profissionais de enfermagem a acionar a força policial caso seja necessário. A presidente do Coren ressalta que há como identificar aqueles que tomaram a vacina sem autorização, através das listagens dos grupos prioritários de cada unidade de saúde.  A enfermagem compõe 63,8% dos trabalhadores do setor da saúde no estado do Rio, cerca de 263 mil profissionais.

Segundo o planejamento da Secretaria municipal de saúde, a fase atual de vacinação contemplará 34% dos profissionais de saúde.

A prefeitura afirmou que, dentro desse recorte, serão vacinados todos os profissionais que estão na linha de frente de combate contra o Covid-19, os trabalhadores de grupos de risco, que agora poderão retomar ao trabalho, e aqueles que estão atuando na campanha de vacinação, o que significa quase a totalidade das equipes de Atenção Primária. Isso corresponde a 159.523 profissionais da saúde.

Fonte: CNN Brasil

Cirurgia de correção de miopia, retirada de hemorroida e laqueadura são exemplos de cirurgias eletivas. O Ministério da Saúde define como eletivas todas as cirurgias que não são de emergência, ou seja, não precisam ser feitas em um curto período de tempo quando a vida do paciente está em risco. 

Com a pandemia da Covid-19, a realização deste tipo de procedimento ficou muito comprometida. E a normalização do atendimento ainda é incerta para 2021.

Devido à necessidade de internação na maioria das cirurgias, ficou praticamente inviável manter o fluxo normal destas operações no cotidiano do hospital: tanto pelo volume do trabalho dos médicos — que ficaram sobrecarregados com as hospitalizações do novo coronavírus e não tiveram disponibilidade para as intervenções — quanto pela segurança dos pacientes, que ficariam expostos à Covid-19 em ambiente hospitalar — ainda mais com as recentes variações do vírus.

O Hospital 9 de Julho, no centro de São Paulo, por exemplo, realizava 80 cirurgias por semana. Com a chegada do coronavírus, passou a fazer apenas 20. O diretor-executivo médico do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, também na capital paulista, Antonio da Silva Bastos Neto, afirmou que cerca de 40% do volume de internações no hospital antes da pandemia correspondia aos procedimentos eletivos.

Segundo a Associação Nacional de Hospitais Privados, os exames e consultas eletivas previstos para 2020 registraram uma queda de 32%. Isso também se relaciona à queda das cirurgias, pois em um procedimento não emergencial, são feitos mais exames e consultas de preparação pré-operatória.

"Tivemos uma queda muito grande mesmo na quantidade de procedimentos cirúrgicos eletivos. Depois de as entidades sanitárias terem mudado as recomendações [voltaram a recomendar a realização de cirurgia] e os hospitais terem adaptado o fluxo de trabalho, está acontecendo uma retomada desses procedimentos, mas eu não diria que o fluxo é igual ao de antes da pandemia", relatou o editor do Observatório da Anaph (Associação Nacional de Hospitais Privados) e CEO do Sabará Hospital Infantil, Ary Ribeiro.

O termo ‘eletiva’ explica bem o conceito desses procedimentos, que normalmente são gerados a partir de uma decisão conjunta entre paciente e médico. É preciso atenção, entretanto, para não considerar este tipo de cirurgia como sinônimo de “opcional”: em muitos casos, a cirurgia é necessária, apenas não precisa ser feita imediatamente. Por esse motivo, adiar as operações em muito tempo não é o ideal, e pode prejudicar a qualidade de vida dos pacientes.

Entenda melhor quais os impactos do atraso destes procedimentos na saúde dos pacientes e no cotidiano dos hospitais:

Antes da Covid-19

Em 2019, o Ministério da Saúde elaborou uma estratégia de ampliação do acesso às cirurgias eletivas no SUS que visava aumentar a quantidade de operações deste tipo realizadas anualmente, como forma de melhorar a saúde e a qualidade de vida dos usuários do sistema.

O objetivo da nova política era zerar as filas para as intervenções cirúrgicas em âmbito nacional, e cerca de 2,4 milhões de procedimentos eletivos foram realizados no ano. 

Foram investidos R$ 100 milhões no projeto, e dado o relativo sucesso, foi estendido para 2020, com um acréscimo de R$ 250 milhões, divididos proporcionalmente ao contingente populacional de cada estado do país.

A chegada da pandemia

Com a chegada da pandemia, no entanto, os objetivos da pasta encontraram um obstáculo praticamente intransponível: as salas de espera, emergências e UTIs lotadas não deixaram espaço para que os médicos e outros profissionais envolvidos nas cirurgias eletivas pudessem assumir uma responsabilidade extra. Além disso, internar um paciente em pós-operatório — situação na qual o organismo fica mais vulnerável — em um ambiente lotado de infectados pela Covid não era uma opção.

A decisão de realizar ou não cirurgias eletivas durante o período epidêmico ficou a cargo dos Conselhos Regionais de Medicina. Durante os quase 10 meses de pandemia, os estados bloquearam e liberaram, em diferentes frequências, a realização desses procedimentos.

Cirurgias eletivas
Cirurgias eletivas, apesar de não serem emergenciais, são essenciais para manter a saúde do paciente
Foto: Jonathan Borba via UnSplash

Em São Paulo, por exemplo, no dia 19 de novembro de 2020, o secretário de Saúde do estado, Jean Carlo Gorinchteyn, bloqueou pela segunda vez o uso de leitos para procedimentos não emergenciais.

“O governo do estado de São Paulo, em conjunto com a Secretaria de Estado da Saúde e o Comitê de Contingência da Covid-19, sempre com o compromisso de garantir e preservar vidas, assina uma decreto que determina a todos os hospitais públicos, filantrópicos, e privados a não desmobilização de qualquer leito, seja ele de unidade de terapia intensiva ou de enfermaria”, disse ele.

De acordo com Bastos Neto, no início da pandemia, houve um fluxo de cancelamentos dos procedimentos, e muitos não retornaram. “No início da pandemia, muitas cirurgias foram canceladas (tanto por iniciativa de pacientes e/ou médicos) devido principalmente ao receio do contágio pelo coronavírus. Isso decorrente da disponibilidade restrita de conhecimento científico, além de informações não confiáveis que circularam abundantemente, gerando grande insegurança”, explicou.

Ary Ribeiro afirmou que esta diminuição no início da pandemia foi principalmente devido à falta de entendimento sobre a doença no momento e a necessidade de adaptação do fluxo de pacientes nos hospitais. 

"Atualmente, não acredito que seja perigoso um paciente ser internado para fazer uma cirurgia eletiva", afirmou. "A maioria dos hospitais estiveram atentos a criar mecanismos de segurança para tratar fluxos de pacientes com Covid e sem Covid de formas separadas. Uma das coisas que a gente teve que aprender em 2020 é saber como funciona dois hospitais dentro de um só".

As consequências para o paciente

Conforme os meses da pandemia passaram, o entendimento sobre o novo coronavírus, seus sintomas, transmissão e profilaxia foram aumentando, e possibilitando a criação de protocolos de segurança nas mais diversas áreas.

Na perspectiva de Bastos Neto, é necessário prosseguir com as operações, seguindo os padrões de segurança — para o médico e para o paciente — ainda que a pandemia não tenha acabado.

Internação
Além do procedimento em si, cirurgias eletivas exigem exames, medicamentos, consultas e internação
Foto: Olga Kononenko via UnSplash

“Devemos ter em mente que, a despeito da pandemia, temos alta prevalência na população de doenças crônicas não transmissíveis (doenças cardiovasculares, respiratórias, câncer e diabetes) além de outras como ortopédicas e neurológicas, que necessitam de tratamento cirúrgico. O atraso de tratamento pode, por exemplo, mudar o estadiamento de um câncer e implicar em um tratamento mais agressivo, com mudança de prognóstico e qualidade de vida para o paciente”, explicou.

Muitos profissionais de saúde temem que o medo dos pacientes de irem ao hospital para não serem contaminados pelo coronavírus faça com que eles ignorem ou minimizem sintomas importantes e sinais de alerta para doenças graves.

Ary Ribeiro reforça que uma das principais consequências da pandemia no sistema de saúde é a criação de "passivos", ou seja, pessoas que deixam de acompanhar sua situação de saúde por diversos motivos agravados pela pandemia: medo da contaminação por Covid em hospitais e laboratórios, questões financeiras, entre outras. A falta de frequência de cuidados pode criar dificuldades como atrasos de diagnósticos importantes e atrasos no tratamento.

"É muito grave que um câncer tratável cirurgicamente em fase mais precoce só venha a ser tratado posteriormente, pois a cirurgia teve de ser cancelada, ou porque o paciente se sentiu receoso de procurar o hospital e a doença chegar em uma condição onde o tratamento cirúrgico já não terá o mesmo resultado", exemplificou ele.

O ideal, de acordo com o Conselho Federal de Medicina, é tomar todos os cuidados para evitar a contaminação por Covid-19 (incluindo o isolamento social), mas ir ao médico caso tenha sintomas de qualquer doença — as unidades de saúde estão preparadas para receber os pacientes e tentam proporcionar o menor risco de contaminação possível.

Ribeiro reforça que é preciso continuar procurando atendimento médico e cumprir as recomendações de tratamento na pandemia: "É importante que os pacientes não posterguem os procedimentos que lhes forem recomendados, e não deixarem de procurar o atendimento quando precisam. O sistema precisa continuar funcionando e ele tem que se adaptar a essa convivência entre os fluxos da Covid e o restante. Os hospitais trabalharam muito nisso para garantir a segurança".

“Como instituição de saúde elaboramos protocolos clínicos, separamos fluxos de atendimento, criamos unidades dedicadas para pacientes não-Covid, capacitamos os profissionais e disponibilizamos todos os recursos necessários para a realização de cirurgias eletivas com a máxima segurança. Além disso, realizamos pesquisas para gerar conhecimento sobre o coronavírus em diferentes aspectos”, disse o diretor-executivo médico do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

O futuro

O médico editor do Observatório da Adaph acredita que 2021 não deve ser tão diferente de 2020, em relação ao fluxo de cirurgias eletivas. Ainda que as vacinas tenham chegado no país, é muito difícil saber quais serão os resultados provocados por elas e quando vão começar a aparecer. Entretanto, com os resultados divulgados até o momento, é possível inferir que em algum momento as hospitalizações por Covid-19 devem diminuir muito e aliviar a pressão sobre o sistema de saúde.

Outra previsão para o futuro que causa temor é a da criação de filas para procedimentos, em especial no Sistema Único de Saúde, quando a demanda pelos procedimentos voltar a aumentar após um alívio da pandemia. "Olhando o sistema de saúde como um todo, a geração de filas é uma questão séria. Esta é uma das possíveis consequências, que pode criar uma demora no atendimento do paciente e uma piora no seu prognóstico".

*com informações de Pedro Duran e Alexa Meirelles

*sob supervisão de André Rigue

Fonte: CNN Brasil

O número de enterros realizados de vítimas da Covid-19 em Manaus, em janeiro deste ano, ultrapassou os dados de todo 2020 para a cidade. No ano passado, 1.285 sepultamentos pela doença foram contabilizados, contra 1.333 apenas nos primeiros 21 dias de 2021.

Somente nesta quinta-feira (21), 179 enterros foram feitos na capital manauara, sendo 89 deles por coronavírus – em cemitérios públicos e privados. Apenas uma família optou pelo serviço de cremação.

Os números foram levantados com base nos boletins divulgados pela prefeitura de Manaus.

O ano de 2021 ainda traz outro recorde em relação aos enterros na capital do Amazonas. O total realizado no mês de janeiro para todas as declarações (todos os tipos de morte, incluindo coronavírus), foi de 2.964 – o maior número de sepultamentos realizados em um único mês desde o início da pandemia. Em 2020, o mês com o maior registro de enterros em Manaus foi abril, com 2.433.

No ano passado, maio foi o mês que registrou mais sepultamentos pela doença, com 348. Em uma comparação com os números deste ano, janeiro de 2021 traz 283% a mais de registros de enterros.

O Amazonas registra ainda, até esta quinta-feira, 6.757 mortes pela Covid-19. Somente em Manaus, o número é de 4.502, o que corresponde a mais de 66% de todo o território do estado.

 

 

Fonte: CNN Brasil

O Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS) é um órgão de instância colegiada, de natureza permanente e vinculada à Secretaria Municipal de Agricultura de Luís Eduardo Magalhães.


Tem por finalidade propor diretrizes para a formulação e a implementação de políticas públicas municipais para o desenvolvimento rural sustentável, bem como acompanhar e monitorar sua execução.


O CMDRS é uma instância de apoio a entidades, organizações e movimentos de agricultores do município, sendo responsável por exercer o controle social das políticas públicas para agricultura e para o desenvolvimento rural.


Nessa terça-feira (19), o agricultor Adelar Cappellesso foi anunciado como membro titular representando a Câmara de Vereadores.


“Muito orgulho em comunicar a população de Luís Eduardo Magalhães que começamos a receber as respostas dos ofícios encaminhados para a continuidade do Conselho. E mais feliz ainda por ter como membro titular pela Câmara, o meu amigo e representante do Agro, Adelar Cappellesso. O Conselho continuará com força total e apoio da Prefeitura Municipal”, comemorou o diretor de Agricultura do município, Kenni Henke.

Fonte: ASCOM
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