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Durante visita do vice-governador João Leão na manhã dessa quarta-feira (20), o prefeito Júnior Marabá o levou às obras do Hospital Municipal.
Na oportunidade, aproveitou para pedir um compromisso para que após a conclusão da obra, a unidade possa funcionar.


“Para abrir as portas do Hospital precisamos de equipamentos e precisamos de convenio junto ao Governo do Estado e Governo Federal. Estamos aqui com o vice-governador João Leão, para que a gente consiga essa viabilidade desse investimento”, disse.


João Leão se comprometeu com o município. “Nós estamos marcando uma audiência com o governador Rui Costa, com o secretário de Saúde, no intuito de viabilizarmos o término do Hospital com todos os equipamentos e o que faltar, o deputado Cacá Leão vai conseguir lá no Ministério da Saúde. Eu tenho certeza que nós vamos viabilizar esse Hospital para cuidar bem do povo de Luís Eduardo Magalhães”.


Com 22% das obras concluídas e um investimento de R$ 30 milhões, através de parceria com a Desenbahia, o Hospital Municipal é a realização de um sonho antigo da população do município.

O secretário de Saúde, Darkson Marques falou da estrutura da unidade.

“A previsão é termos 113 leitos ao todo, auditório, sala de imagem, sala de endoscopia, tomografia, coleta laboratório, oito consultórios ao todo, sala de parto. É uma obra grandiosa", destacou.

Fonte: ASCOM

Em visita às instalações da Nova Tecelagem Oeste, indústria têxtil do Grupo Santana Textiles, o vice-governador João Leão garantiu o fornecimento de energia para o funcionamento da unidade em Luís Eduardo Magalhães, que deve iniciar a operação no final do ano. "Resolvemos o problema da energia dele. Agora é botar pra frente", disse Leão.

Trabalhando em cima da meta traçada pela gestão de Junior Marabá, que é a geração de empregos e renda, o vice-governador destacou o potencial da região. "Além de uma grande região produtiva de fibras, vamos também fazer o beneficiamento desse algodão", concluiu.

Em pleno funcionamento a fábrica deverá gerar cerca de 500 empregos diretos. “Nós estamos muito focados em trazer novas indústrias e novos comércios, pois a nossa região é abençoada pela agricultura. Então precisamos das indústrias para tomar conta destes grãos. Desse algodão”, disse o vice-prefeito e secretário da indústria e comércio, Filipe Fernandes. “Essa indústria irá gerar diretamente quase 500 empregos. Essa administração irá incentivar mais ainda a agricultura, a indústria e o comércio”, concluiu Filipe.

Robério Almeida, diretor industrial da Santana Textiles, falou do potencial da região. "Estamos no berço do algodão da melhor qualidade. Estamos iniciando a cadeia do algodão, que é uma cadeia muito grande. Falta pouco e a gente está trabalhando intensamente para que isso ocorra até o final do ano", ressaltou.

“Fiz um compromisso de geração de empregos e renda com Luís Eduardo Magalhães e vou cumprir. Estamos trabalhando para atrair novas indústrias de beneficiamento dos grãos e fibras que produzimos aqui em nossa região. Acredito que o nosso futuro está aí”, disse o prefeito Junior Marabá.

Fonte: ASCOM

O vice-governador João Leão assinou na manhã do dia (20), protocolo de intenções com a indústria Nutrilara Suplementos e Ração, que investirá R$ 2 milhões para ampliação da unidade.

Durante a sua visita em Luís Eduardo Magalhães, o vice-governador afirmou que "Cada empresa desta que vem se instalar em Luís Eduardo Magalhães, é uma vitória”.

A representante da empresa, Edmara Balestro, falou da importância da ampliação para a geração de emprego no município. "Queremos triplicar o número de funcionários. Hoje temos de 10 a 15 pessoas. Esse número vai para 50 a 100 pessoas por safra".

O vice-prefeito e secretário municipal da indústria e comércio, Filipe Fernandes, acompanhou a visita do vice-governador ao lado do prefeito Junior Marabá.

Fonte: ASCOM

Para o agronegócio brasileiro, um dos maiores exportadores do mundo, isso pode significar uma pressão maior para que o setor que reforce medidas de combate ao desmatamento, avaliam especialistas ouvidos pelo G1.

Além disso, os dois países disputam o maior cliente do agronegócio no mundo, a China – e a guerra comercial entre os EUA e a potência asiática acabou beneficiando as exportações do Brasil. Mas a expectativa é de que Biden tenha um relacionamento menos tenso com os chineses do que seu antecessor, Donald Trump.

Veja abaixo os possíveis impactos para o agronegócio nacional com o novo governo dos EUA.

Pressão ambiental

Diferentemente de Trump, Biden é mais comprometido com a agenda ambiental e, por isso, especialistas avaliam que ele pode pressionar mais para que o Brasil e, consequentemente, o agronegócio, fortaleçam políticas nessa área.

O novo presidente chegou a citar o Brasil em debate com Trump durante a campanha eleitoral, em setembro, dizendo que haveria “consequências econômicas significativas” se o país não parasse de destruir a floresta.

Queimadas no Pantanal em 2020 — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Queimadas no Pantanal em 2020 — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

 

“Enquanto diversos países do mundo criticaram as queimadas no Pantanal e o desmatamento na Amazônia, Trump se manteve em silêncio. Ele não ajudava o Brasil, mas não atrapalhava. Agora vai mudar porque o Biden já chega com uma agenda ambiental e climática forte”, diz o especialista em gestão ambiental da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Raoni Rajão.

Rajão é autor de um estudo divulgado pela revista “Science” em julho de 2020 que afirmou que até 22% da soja e pelo menos 17% da carne bovina, produzidas na Amazônia e no Cerrado e exportadas para a União Europeia, poderiam ter rastros de desmatamento ilegal.

O especialista da UFMG acredita ainda que uma pressão ambiental dos EUA poderia acabar gerando penalizações para produtos nacionais.

“O Biden tem uma posição diferente do Trump em relação ao multilateralismo e, por isso, ele deve voltar a fortalecer a OMC [Organização Mundial do Comércio]. Uma das funções dela é estabelecer regras para os mercados internacionais, como penalizações, se um alimento está contaminado, por exemplo. Hoje não existe nenhuma regra na OMC em relação a produtos que venham do desmatamento, mas isso pode mudar“, diz.

Para Felipe Serigatti, pesquisador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas (FGV Agro), apesar da expectativa de que Biden direcione esforços para acordos multilaterais, é pouco provável que ocorra alguma penalização ao Brasil via OMC em relação a questões ambientais. Isso tendo em vista que a entidade está enfraquecida há muitos anos.

Os EUA são o segundo maior parceiro comercial do Brasil, mas as vendas da agropecuária representaram apenas 5,7% do total das exportações para aquele país, enquanto a indústria de transformação detém 86% desse volume, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

Imagem do agronegócio

Serigatti está otimista com o governo de Biden e avalia que o Brasil deve aproveitar este momento para “mitigar os problemas ainda existentes” no agronegócio.

“Se o pessoal está oferecendo recursos para que a gente resolva o problema do desmatamento, vamos aproveitar a oportunidade para revertê-lo”, diz o pesquisador da FGV ao se referir à declaração de Biden, durante o mesmo debate eleitoral, de que ele levantaria “US$ 20 bilhões (…) para o Brasil não queimar mais a Amazônia“.

Para Serigatti, o grande desafio do agronegócio daqui para a frente é trabalhar para reverter a imagem negativa do setor, construída tanto por declarações de lideranças de outros países como do Brasil.

“Precisamos trabalhar para reverter essa imagem mostrando as coisas positivas que já temos. Quando a gente olha para a produção de grãos, por exemplo, nós já adotamos técnicas de baixa emissão de carbono“, aponta Serigatti. “E, em relação à pecuária, nós fizemos, de 2010 a 2018, uma recuperação de pastagens degradadas do tamanho do Reino Unido.”

O presidente da consultoria Datagro, Plinio Nastari, diz que o Brasil “é um grande protagonista da agenda climática” e que, por isso, o retorno dos EUA ao Acordo de Paris, anunciado horas antes da posse de Biden, só traz benefícios.

O consultor destaca ainda que a experiência de Biden como legislador o fez visitar diversas vezes o Brasil e que isso faz com ele conheça a realidade do país.

“Não podemos desprezar que 46% da matriz energética brasileira é renovável. Nós somos o país que mais substituiu combustíveis líquidos fósseis em todo o planeta. Nós já substituímos mais de 45% da gasolina e 12% do diesel”, diz Nastari.

“O retorno de Biden ao Acordo de Paris é muito salutar. É um acordo do qual o Brasil faz parte, mas que não tem atuado muito. Mas não há saída para nós a não ser embarcar de forma mais séria nas questões ambientais, caso contrário, vamos ficar na contramão do mundo”, afirma Marcello Brito, presidente do conselho diretor da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag).

 

“A vastíssima produção do agronegócio é feita sob normas muito fortes, até maiores do que no mundo todo. Há, sim, problemas que precisam ser resolvidos dentro do setor, mas a nossa produção é feita sob regras muito rígidas”, completa Brito.

Nastari, da Datagro, diz que ainda há muito desconhecimento com relação ao desmatamento. “O que motiva é a atividade ilegal e criminosa, que não está ligada à produção organizada de alimentos, que está suportada por certificações”, afirma.

O setor organizado da produção de alimentos, a agroindústria, não desmata porque sabe que será penalizado. Tudo está ficando integrado, digitalizado, não tem como você esconder mais”, conclui o consultor.

Disputa pela China

Brasil e EUA são grandes competidores na venda de grãos, disputando o maior cliente mundial, que é a China.

agronegócio brasileiro aumentou as exportações para o país asiático durante o governo Trump, depois que a China praticamente parou de comprar soja dos EUA em meio à longa disputa que culminou com um acordo comercial em janeiro de 2020.

Por esse acordo, que ainda vigora, a China se comprometeu a adquirir US$ 36,5 milhões em produtos agrícolas dos EUA apenas no ano passado.

Exportação de soja pelo Porto de Paranaguá — Foto: José Fernando Ogura/AEN

Exportação de soja pelo Porto de Paranaguá — Foto: José Fernando Ogura/AEN

Para Serigatti, ainda que haja uma expectativa de que o governo de Joe Biden tenha uma relação melhor do que Trump com os chineses, isso não significa que os dois países irão parar de “disputar por hegemonia” no cenário global. Ou seja: as tensões não deixarão de existir.

 

Segundo ele, o acordo entre EUA e China também não significa que o Brasil irá diminuir as suas vendas de produtos agrícolas ao país asiático no curto prazo.

“A China está demandando muitos grãos, recompondo o seu rebanho de suínos (que usam a soja como ração). E ninguém consegue atender a esta demanda como o Brasil”, afirma.

 

Fonte: G1

Iniciada nesta terça-feira (19), a vacinação contra a Covid-19 no Estado já contabilizou 19.166 doses aplicadas. Esse número corresponde aos dados enviados por 306 municípios até às 14h desta quarta-feira (20). Deste total de imunizados, 17.649 são profissionais de saúde que estão atuando na linha de frente no combate à doença. Outras 1.291 doses foram aplicadas em idosos institucionalizados, 28 em indígenas aldeados e 198 em pessoas com deficiência. Estes dados correspondem as primeiras doses aplicadas.

O município de Salvador é o que aplicou um maior número de doses, 4486 no total, seguido de Santo Antônio de Jesus, que já vacinou 1.000 pessoas, Lauro de Freitas (391) e Vitória da Conquista (372). Para ver a lista completa dos municípios que alimentaram a base de dados clique aqui.

Diariamente a Secretaria da Saúde do Estado divulgará estes dados nos boletins da Covid-19.

Fonte: Blogbraga/Sesab

O governo do Amazonas recebeu mais cinco usinas geradoras de oxigênio medicinal para enfrentar o desabastecimento do produto em hospitais públicos do estado. Doadas pelo Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, os equipamentos serão distribuídos às cidades de Carauari, Eirunepé, Lábrea, Manacapuru e Tabatinga.

Desde a semana passada, unidades de saúde públicas e privadas enfrentam dificuldades para receber o oxigênio hospitalar contratado das fornecedoras locais. Segundo a principal empresa produtora do estado, a multinacional White Martins, sua fábrica em Manaus já opera no limite de sua capacidade, que, atualmente, é de 28 mil metros cúbicos (m³) por dia. Quantidade insuficiente para atender à demanda que, após o aumento do número de internações pela covid-19, chegou a 76 mil m³ por dia.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES-AM), cada uma das cinco usinas tem capacidade para produzir 26 m³/hora, ou seja, 624 m³/dia. Juntas, elas acrescentarão 3.120 m³/dia à produção local, que será usada no suporte assistencial dos pacientes. Além disso, os equipamentos vão se somar a outras sete usinas geradoras que o governo federal enviou ao estado no último domingo (17), e cuja capacidade produtiva varia entre 13 e 22 m³/hora, de acordo com a SES-AM.

Todas as 12 usinas foram transportadas até Manaus a bordo de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). Até a segunda-feira (18), os aviões cargueiros militares já tinham levado mais de 180 toneladas de suprimentos e equipamentos de outras regiões do país para a capital do estado, incluindo cilindros e isotanques contendo oxigênio.

Outra doação veio do estado de Bolívar, na Venezuela. Cinco carretas vindas do país vizinho chegaram a Manaus na noite desta terça-feira (19), trazendo cerca de 136 mil m³ de oxigênio para ajudar a abastecer a rede pública de saúde. Ao recebê-las, o secretário estadual de Saúde, Marcellus Campêlo, comentou a importância da ajuda venezuelana.

“Certamente, será muito útil porque nós estamos ainda reequilibrando a rede, e isso ajudará muito no equilíbrio, principalmente nesse momento em que temos uma elevação de casos no interior do Amazonas”, destacou o secretário. Cônsul da Venezuela em Manaus, Patricia Silva, disse que seu país está disposto a cooperar mais, conforme suas possibilidades. “Este foi um acordo de cooperação entre o governo do Amazonas e o governo venezuelano. É um primeiro acordo, um primeiro avanço para suprir o oxigênio, de acordo com as nossas possibilidades, mas sempre estamos prontos para ajudar.”

Comboio

Outras quatro carretas carregadas com oxigênio e outros insumos partiram esta manhã, de Porto Velho (RO), com destino a Manaus. Devido às dificuldades de transporte através da rodovia BR-319, que liga as duas capitais e não é pavimentada, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e a Polícia Rodoviária Feral (PRF) montaram uma operação para organizar o comboio.

“Além de integrantes do DNIT e de agentes da PRF, o comboio é composto por caminhões prancha, tratores de esteira e moto niveladoras para prestar apoio imediato em caso de ocorrências, como surgimento de atoleiros”, explicou o departamento, em nota.

Segundo o Dnit, para evitar contratempos e permitir que o material chegue ao destino no menor espaço de tempo possível, funcionários das nove empresas contratadas para realizar a manutenção da rodovia estarão a postos para sanar qualquer eventual problema decorrente das chuvas que possa interromper o tráfego de veículos, como atoleiros em trechos sem pavimentação.

Fonte: EBC Geral

O Powerball, um dos jogos lotéricos dos Estados Unidos, pagou um prêmio de US$ 730 milhões (R$ 3,9 bilhões, na cotação atual) na quarta-feira (20). Foi o quarto maior valor em jogos na história do país.

Não se sabe quem é o vencedor, mas só que o bilhete vencedor foi comprado no estado de Maryland.

O maior prêmio de todos os tempos foi sorteado em 2016, quando três pessoas dividiram US$ 1,58 bilhão (cerca de R$ 8,36 bilhões, na cotação atual).

Esse jogo não tinha vencedores desde setembro, e, por isso, os valores se acumularam e subiram.

A chance de vencer no Powerball é de 1 em 292 milhões. O próximo sorteio, no sábado, terá um prêmio de cerca de US$ 20 milhões

 

Fonte: G1

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do sorteio da Mega-Sena, realizado nesta quarta-feira (20), no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo.

Os números sorteados no concurso 2.336 foram 08, 10, 20, 27, 28 e 50. O prêmio estimado para o próximo sorteio, no sábado (23), é de R$ 22 milhões.

A quina teve 75 ganhadores, com prêmio individual de R$ 32.688,93. Foram 4.701 apostas ganhadoras da quadra e o prêmio para cada uma é R$ 745,02.

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em lotéricas ou pela internet. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

Fonte: EBC Geral

Segundo a imprensa local, produção de vacinas contra a Covid-19 no Serum Institute of India não foi afetada

Um incêndio foi declarado nesta quinta-feira (21) no Serum Institute of India, maior fabricante mundial de vacinas, de acordo com imagens da televisão local, mas a imprensa indiana disse que a produção de vacinas contra a Covid-19 não foi afetada.

Os canais de televisão indianos exibiam imagens de uma enorme nuvem de fumaça cinza sobre as instalações do Serum Institute of India, em Pune (oeste), onde milhões de doses da vacina contra o coronavírus Covishield, desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, estão sendo produzidas atualmente.

 

Fonte: oimpactopublicidade

Médicos na Noruega estão investigando as mortes de 23 pacientes idosos que receberam a vacina contra o novo coronavírus da Pfizer/BioNTech, incluindo a possibilidade de que reações adversas à injeção terem contribuído para um desfecho fatal em alguns pacientes frágeis.

Os efeitos colaterais da vacina são raros e geralmente leves. Mas eles podem incluir febre e náuseas, o que pode ser perigoso em pacientes muito doentes e frágeis.

 

Após as mortes, o Instituto Norueguês de Saúde Pública atualizou seu guia de vacinação contra a Covid-19 com conselhos mais detalhados sobre a inoculação de idosos frágeis ou com doenças terminais.

A nova orientação diz que os médicos devem avaliar cada paciente individualmente para determinar se os benefícios da vacinação superam os riscos de quaisquer efeitos colaterais potenciais.

Até a quinta-feira (14), 42 mil pessoas na Noruega haviam recebido a primeira dose da vacina. Como em muitos outros países, os idosos e os moradores de casas de repouso com problemas de saúde são os primeiros na fila para serem vacinados, porque enfrentam um risco muito maior de adoecer gravemente devido à Covid-19.

"Portanto, espera-se que ocorram mortes perto do momento [da] vacinação. Na Noruega, uma média de 400 pessoas morrem a cada semana em lares de idosos e instituições de longa permanência", disse a Agência Norueguesa de Medicamentos (Noma), em nota.

A Noma destacou que todas as mortes que ocorrem nos primeiros dias após a vacinação "são avaliadas cuidadosamente" e submetidas ao registro de saúde norueguês.

O infectologista Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA, disse na segunda-feira (19) que as mortes devem ser contextualizadas com a população em que ocorreram – um asilo com indivíduos extremamente frágeis.

Fauci disse que seu entendimento era que as mortes ocorreram após a dose de reforço da vacina quando há sintomas não específicos, como dores, febre e mal-estar.

“É concebível que, quando você tem um indivíduo muito frágil, como muitos que estão em lares de idosos, mesmo essa quantidade de estresse para ele possa colocá-lo em risco” acrescentou Fauci.

Stephen Evans, professor de farmacoepidemiologia da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, disse que até agora não há "nenhuma evidência de que qualquer ligação entre vacinação e morte nesses pacientes vulneráveis ??seja causal".

Frasco com vacina contra Covid-19 da Pfizer/BioNTech em hospital da Irlanda
Frasco com vacina contra Covid-19 da Pfizer/BioNTech em hospital da Irlanda
Foto: Liam McBurney/Pool via Reuters (8.dez.2020)

 

Evans afirmou ao Science Media Center do Reino Unido que quando as pessoas que estão em alto risco de morte são vacinadas, "haverá um certo número de mortes coincidentes que ocorrerão logo após a vacinação."

Órgãos reguladores em todo o mundo estão monitorando de perto essas fatalidades e são capazes de calcular o "número esperado" de mortes em vários períodos de tempo, disse Evans.

"Ainda não sabemos, mas parece que o número de mortes observadas não está notavelmente acima dos números esperados", disse ele, acrescentando que "não havia necessidade de ansiedade".

Fauci concordou com essa avaliação, dizendo que a primeira questão é qual foi a taxa de mortalidade nas casas de saúde de indivíduos que não receberam a vacina. “Depois de conseguir isso, você obterá o verdadeiro denominador”, disse ele.

Das 23 mortes, 13 foram avaliadas até agora pela Agência Norueguesa de Medicamentos e pelo Instituto Nacional de Saúde Pública, disse o Instituto em um comunicado na sexta-feira (15).

Sigurd Hortemo, médico-chefe da Agência Norueguesa de Medicamentos, disse que as avaliações sugerem que reações adversas comuns às vacinas de mRNA, como febre e náusea, podem ter contribuído para um desfecho fatal em alguns pacientes frágeis.

"Não podemos descartar que as reações adversas à vacina que ocorrem nos primeiros dias após a vacinação (como febre e náuseas) podem contribuir para sintomas mais sérios e o resultado fatal em pacientes com doença subjacente grave", acrescentou o comunicado.

A Pfizer disse em um comunicado enviado à CNN no sábado (17) que estava ciente das mortes relatadas. "Nossos pensamentos imediatos estão com as famílias enlutadas", disse a empresa.

O laboratório acrescentou que está trabalhando com o Noma para reunir todas as informações relevantes.

 

Fonte: CNN Brasil

A multinacional 3M vai fechar a sua fábrica na cidade de Rio Preto (SP) no segundo trimestre de 2021. Com isso, 120 funcionários serão demitidos. De acordo com o comunicado da empresa, a “decisão é resultado de uma estratégia de negócios”, informa a Fórum.

De acordo com o comunicado da 3M, os 120 trabalhadores que serão afetados pelo encerramento das atividades em Rio Preto, “estão recebendo apoio da empresa, incluindo um pacote de indenizaçãobenefícios e treinamento para recolocação no mercado”.

decisão de encerrar as atividades da fábrica em Rio Preto, segundo a 3M, está relacionado com a decisão de concentrar a produção do segmento odontológico na fábrica de Sumaré e descontinuar a produção e comercialização das linhas de braquetes e tubos de metal no Brasil.

A 3M também informou que a Divisão de Produtos Odontológicos manterá no Brasil a fabricação de produtos com foco em procedimentos diretos e indiretos. A linha de prevenção e o portfólio UNITEK de Ortodontia permanecem à disposição no mercado local.

 

Fonte: revista.painelpolitico

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou na quarta-feira (20) decretos executivos para recolocar o país no Acordo de Paris sobre Mudança Climática e impedi-lo de deixar a Organização Mundial da Saúde (OMS), revertendo duas das medidas mais enfáticas de seu antecessor, Donald Trump.

No Salão Oval da Casa Branca, Biden assinou diante de câmeras três dos primeiros 17 decretos: um para ordenar aos americanos que usem máscara em todos os edifícios federais, outro para ajudar comunidades marginalizadas, e o terceiro para recolocar os EUA no Acordo de Paris.

– Esta terceira que vou assinar enquanto todos vocês estão aqui é um compromisso de que vamos nos reintegrar ao Acordo Climático de Paris a partir de hoje – disse Biden aos jornalistas presentes.

Esse decreto serve para reafirmar o compromisso de Washington com o Acordo de Paris, do qual os Estados Unidos se retiraram oficialmente em 4 de novembro do ano passado, apenas um dia após a eleição presidencial e em meio à incerteza sobre se o vencedor havia sido Biden ou Trump.

Biden apareceu hoje no Salão Oval com uma pilha de pastas azuis que, segundo ele, continham os 17 decretos executivos que ele planejava assinar. Entre as medidas estava, como sua equipe já havia previsto, uma ordem para evitar a saída do país da OMS, um processo iniciado por Trump em julho do ano passado e que deveria entrar em vigor um ano depois, no mesmo mês de 2021.

Além disso, em abril do ano passado, Trump congelou temporariamente o repasse de recursos que os EUA fornecem à OMS, afirmando que a agência seria “parcial” em favor da China e teria administrado mal a crise da Covid-19.

*EFE

Fonte: Pleno News

O empresário Luciano Hang, dono da rede lojas Havan, comunicou aos seguidores que ele e sua esposa passam bem e tiveram alta médica na quarta-feira (20). Sua mãe, no entanto, seguirá na unidade Dubai do Hospital Sancta Maggiore, no Morumbi. Os três foram internados após testarem positivo para a Covid-19.

Por meio de live realizada na tarde desta quarta, Hang informou que seus três filhos também foram infectados, mas passam bem. Ele disse que espera poder sair de São Paulo logo, acompanhado de sua mãe.

Assintomático, Hang explicou aos seguidores que não teve sintomas do vírus, e fez uma ampla defesa do tratamento precoce contra a doença.

– Quero passar meu depoimento, que ele possa chegar a você. Você tem que se cuidar, usar máscara, fazer a parte higiênica. (…) Se você está com gripe, tem que pensar que está com Covid (…) O quanto mais cedo você se medicar, mais chance você tem de se salvar – disse.

Hang afirmou que seu tratamento inclui vitamina D, hidroxicloroquina, azitromicina, zinco e ivermectina, receitados pelo seu médico. O empresário buscou um hospital que tivesse um protocolo contra o vírus e falou que prefere “pecar pelo excesso do que errar sem ao menos tentar”.

– Vamos rezar para que a vacina chegue logo para toda a população. Enquanto não chega a 100%, precisamos arrumar de outras opções – argumentou.

Ele também rebateu as acusações de que teria adotado uma postura negacionista antes de ser infectado.

– Negacionista é aquele que não aceita outros tratamentos para a Covid. Eu sei que a doença existe, acredito na vacina, mas acredito que existe outras formas de tratarmos o vírus.

Hang encerrou a live deixando uma reflexão sobre a vida para os seguidores.

– Não esqueça que a vida é uma só. E eu vou lutar por ela e por todos que estão nesse caminho.

Fonte: Pleno News

Nesta terça-feira (19), Gabriel Monteiro, vereador do Rio de Janeiro, movimentou as redes sociais.

Gabriel anunciou que, durante uma atividade parlamentar, prendeu quatro pessoas, incluindo um flagrante de roubo.

Gabriel Monteiro é policial militar, cristão e foi o terceiro vereador mais votado nas eleições 2020, no Rio de Janeiro.

 

Fonte: Pleno News

O ministro da Economia, Paulo Guedes, juntamente com técnicos da pasta não descartam a possibilidade da volta do auxílio emergencial. Entretanto, o retorno é visto como uma das “últimas alternativas” para o que eles apontam como “amplo cardápio de medidas”.

O ministro avalia que a recriação do auxílio emergencial, que custou R$ 294 bilhões aos cofres públicos, seria incoerente. A justificativa é que o funcionamento das cidades está “normal”, diferente de quando foi adotada a medida, no ano passado.

Quando o benefício foi criado, havia paralisação das atividades de serviço e fechamento de comércios. Nas palavras de um auxiliar do ministro, a ajuda foi dada para os trabalhadores informais “não morrerem de fome enquanto estavam em casa”.

Na visão da economia, esse cenário mudou e as ruas estão movimentadas.

– Tem até baile funk acontecendo. Não vamos dar dinheiro para as pessoas irem para o baile funk – disse o ministro.

Ainda é preciso verificar se o aumento de casos de Coronavírus no país é reflexo do “repique” causado pelas festas de fim de ano ou se realmente é um novo cenário de “segunda onda”.

Guedes já declarou que, caso o país volte a ficar num patamar de muitas mortes diárias por um longo período e novas medidas de restrição tiverem de ser adotadas, de fato ficará difícil não voltar com o benefício.

Fonte: Pleno News

Nesta quarta-feira (20), o presidente Jair Bolsonaro cumprimentou em rede social o novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Ele também enviou uma carta ao democrata, reforçando que a relação do Brasil com os EUA é sólida e longa.

O presidente brasileiro citou a defesa da democracia e das liberdades individuais como elementos compartilhados entre os dois países.

– Para marcar essa data, enderecei carta ao Presidente dos EUA, Joe Biden, cumprimentando-o por sua posse e expondo minha visão de um excelente futuro para a parceria Brasil-EUA – escreveu o presidente em outra publicação.

Na carta, Bolsonaro diz ser grande admirador dos Estados Unidos e que, desde de que assumiu o poder no Brasil, passou a “corrigir” o que chamou de “equívocos de governos brasileiros anteriores”, que, segundo o presidente, afastaram o Brasil dos EUA.

 

Fonte: Pleno News

Nesta terça-feira (19), Hilda Cândida seria a primeira pessoa a receber a vacina contra a Covid-19 no município de Rio das Flores, no sul do Rio de Janeiro. No entanto, prestes a completar 109 anos, ela abriu mão do imunizante, preferindo deixar “para alguém mais novo, que ainda pode viver mais”.

A enfermeira Cristiane Maria Moreira, de 41 anos, foi imunizada no lugar da idosa, no Hospital Geral Dr. Luiz Pinto.

– Estou partindo, não quero essa vacina […] Falar em doença é ruim, por isso eu sempre digo que ela já acabou – disse Hilda ao Jornal O Globo.

A idosa mora sozinha no distrito de Manuel Duarte e diz que continuará mantendo os cuidados de prevenção, como o distanciamento social, uso de máscaras de proteção e álcool em gel.

A vacinação contra a Covid-19 no Rio de Janeiro começou na última segunda-feira (18), em cerimônia no Cristo Redentor, um dos maiores pontos turísticos da cidade.

Fonte: Pleno News

Preso desde o dia 21 de dezembro do ano passado, o jornalista Oswaldo Eustáquio decidiu denunciar agressões e maus-tratos que estaria sofrendo de agentes penitenciários que acompanham sua rotina no Hospital Regional de Paranoá, em Brasília, onde ele está internado para tratamento das sequelas de uma queda sofrida dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, também na capital federal.

No documento, divulgado pelo site Jornal da Cidade Online, Eustáquio narra, no início, que os policiais teriam desconfiado de uma possível “trama” para resgatá-lo. Contudo, ao serem interpelados por Oswaldo para que fizessem uma ocorrência na polícia, os agentes nada registraram oficialmente.

– Fui questionado pelo policial se eu tinha um primo com Gol branco. Informei que meus primos não vivem no DF [Distrito Federal]. O policial estava em conversa com o seu adjunto, Renan, que desconfiou de um possível resgate. Acham que havia uma trama para uma suposta fuga – disse.

E continuou.

– Solicitei que fizessem uma ocorrência na Polícia Militar. Eles não quiseram fazer. Ou seja: não estavam preocupados com a minha integridade física. Quando descartou a pífia desconfiança de fuga, ignoraram a situação; mesmo com o risco eminente de ser uma emboscada – detalhou.

Eustáquio, então, destacou que o agente Renan seria um “esquerdista declarado”, que teria prevaricado ao não avisar a Polícia Militar, mesmo que para registro, sobre o ocorrido envolvendo o veículo branco.

ATOS DE VIOLÊNCIA
O jornalista também narrou episódios de violência psicológica e física realizados por um agente denominado por ele como “Pacheco”, que seria um policial da Papuda. Segundo Eustáquio, no último domingo (17), o tal policial teria chutado as pernas do jornalista, que estava em cadeira de rodas, por duas vezes.

De acordo com Oswaldo, a agressão teria sido motivada por conta de uma ida da esposa do jornalista, Sandra Terena, para levar até a recepção do hospital uma sunga para que Eustáquio iniciasse o tratamento de hidroterapia. Sem um motivo claro, Pacheco teria impedido que o material para o tratamento fosse entregue ao jornalista.

Após o caso, Eustáquio contou que o policial penal ficou nervoso e avisou o chefe no presídio, que o afastou da escolta logo após o ocorrido. O agente então utilizou, indevidamente, o nome da juíza de Execuções do Distrito Federal, Leila Cury, para justificar as agressões físicas e morais a Eustáquio.

– Durante a madrugada, eles gritavam e davam risada, regozijando-se e celebrando a agressão ter sido abafada. Entraram no quarto e começaram a zombar de mim. “Cadê o Bolsonaro? Você está preso, e eu sou o Estado, e meu papel é transformar sua vida em um inferno”, disse o tal agente, colega de Pacheco, recusando-se a dizer o nome – contou Eustáquio.

Segundo Oswaldo Eustáquio, o agente prosseguiu dizendo que acabariam com o jornalista na prisão:

– Procure meu nome no relatório que vai te ferrar. Já falei com o Anderson, Secretário de Segurança do DF, e ele disse que vai falar com a Dra. Leila Cury para te ferrar e indeferir todos os teus pedidos. Você ficará sem visita da família e vamos proibir a entrada do seu advogado. Vamos “arrochar” o Hospital para diminuir seu tempo de tratamento e, lá, no presídio, vamos acabar com você – teria ameaçado o agente desconhecido.

Confira imagens da carta escrita por Oswaldo Eustáquio:

Primeira parte da carta de Oswaldo Eustaquio Foto: Reprodução
Segunda parte da carta escrita por Oswaldo Eustáquio Foto: Reprodução
Fonte: Pleno News

O deputado estadual Charlles Batista (Republicanos-RJ) deu uma dura resposta à atriz Maria Flor, que pediu o impeachment do presidente da República, Jair Bolsonaro. Em uma publicação que tem feito sucesso nas redes, a resposta de Batista já recebeu 313 mil visualizações em redes sociais, além do apoio de aliados de Bolsonaro.

Sem utilizar palavras de baixo calão, diferente a publicação da atriz, Charlles Batista utilizou diversos argumentos para refutar as declarações da “desprovida de inteligência” Maria Flor, como classificou o parlamentar fluminense, e apontou que o impedimento da ex-presidente Dilma Rousseff foi legítimo.

Charlles Batista também rebateu outras fake news disparadas pela atriz, que perguntou o que o presidente Bolsonaro fez por Manaus, cidade que enfrenta sérios problemas no enfrentamento à pandemia Covid-19, citando os valores que foram enviados para o estado da Região Norte.

– Mandou mais de R$ 8 bilhões para o Amazonas, sendo mais de R$ 2 bilhões só para Manaus – disse o deputado.

O parlamentar fluminense lembrou que a indignação da atriz esquerdista é porque a “mamata acabou”, e disse que o presidente Jair Bolsonaro está no poder “graças a Deus e para felicidade dos brasileiros de bem”. A publicação de Charlles recebeu o apoio de diversas personalidades ligadas ao presidente, como o senador Flávio Bolsonaro.

O vídeo citado por Batista foi publicado nas redes sociais da atriz na última segunda-feira (18). Ao longo do conteúdo, Maria Flor usa de linguagem chula para criticar as razões que levaram ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e tenta criar argumentos que, segundo ela, levariam à queda de Bolsonaro.

– Agora, Rodrigo Maia [presidente da Câmara dos Deputados] não sabe se vai impitimar! “Não, ainda não mandei” (imitando Maia)’. Você, sinceramente, tome juízo nessa sua cabeça, você faça alguma coisa! A grande oportunidade que você tinha era votar essa p*** desse Impeachment. Daí a gente vai ficar com aquele Mourão – disse.

 

Fonte: Pleno News

Nesta quarta-feira (20), antes de deixar a Casa Branca, Donald Trump deixou uma carta para seu sucessor, Joe Biden. A informação foi dada pelo porta-voz do Executivo, Judd Deere, minutos após a partida do agora ex- presidente.

A carta foi deixada no salão oval, o escritório da Casa Branca. O ato é uma tradição que começou na transferência de poder entre Ronald Reagan e George H.W. Bush, em 1989.

A tradição passou pelos presidentes Bill CLinton, George W. Bush (filho) e Barack Obama. Este último, deixou para Tump a mensagem :

– Somos apenas ocupantes temporários deste posto […] Isso nos torna guardiães de instituições e tradições democráticas, como o Estado de Direito, a separação de poderes, a proteção dos direitos civis pelos quais nossos ancestrais lutaram – escreveu o democrata, há quatro anos.

Depois de assumir o poder, Trump disse que ligou para Obama para agradecer pela carta.

O conteúdo da carta do republicano para Joe Biden ainda não foi revelado.

Fonte: Pleno News
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